Funcionária do Ministério Público de São Paulo, onde haverá incentivo à inclusão
Divulgação/Ministério Público de São Paulo

Uma cooperação entre o Ministério Público de São Paulo, a Escola Superior do Ministério Público (ESMP), a Apae (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais de São Paulo) e a Ame (Associação Amigos Metroviários dos Excepcionais) pretende ampliar as oportunidades acadêmicas e de trabalho para pessoas com deficiência na instituição, assim como serviços de acessibilidade.

A parceria será firmada nesta terça-feira (25), às 16h, na sede do Ministério Público de São Paulo, na região central da capital paulista.

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Serão assinados dois documentos. O primeiro, entre o Ministério Público de São Paulo, a ESMP e a Apae, determina um conjunto de ações para a divulgação de boas práticas de inclusão de pessoas com deficiência para criar um ambiente inclusivo dentro do MP que possa servir de modelo para outros setores do poder público.

Segundo o MPSP, para alcançar esse objetivo, serão desenvolvidas ações para atingir, prioritariamente, setores da instituição onde há pessoas com deficiência.

Já o outro acordo, a ser celebrado entre o Ministério Público de São Paulo, a ESMP e a Ame, vai viabilizar o serviço de interpretação de libras por vídeo-chamada, em caráter temporário.

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O recurso estará disponível primeiramente na sede do Ministério Público de São Paulo e na Escola Superior do MP, para facilitar a comunicação com os deficientes auditivos.Superação: deficiente visual pilota moto enquanto é orientado por esposa: 

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