Maconha medicinal é utilizada para o tratamento de epilepsia e outras doenças
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O Reino Unido permitirá que médicos receitem maconha medicinal graças ao relaxamento da lei relacionada às drogas derivadas da planta proibida.

O ministro do Interior, Sajid Javid, afirmou nesta quinta-feira (26) que médicos especializados poderão prescrever produtos medicinais derivados da maconha a partir de setembro. O uso recreativo continuará sendo proibido.

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A decisão vem na sequência de um caso de grande repercussão de um menino de 12 anos com epilepsia grave que não teve permissão de usar óleo de maconha, o que deu ensejo a um debate nacional e a uma revisão de especialistas.

“Casos recentes envolvendo crianças doentes deixaram claro para mim que a nossa posição a respeito de produtos medicinais relacionados à maconha não era satisfatória”, disse Javid.

“Seguindo os conselhos de dois grupos de conselheiros independentes, tomei a decisão de reclassificar os produtos medicinais relacionados à maconha, o que significa que eles estarão disponíveis mediante receita médica.”

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Cientistas dizem haver cada vez mais indícios de que a erva pode amenizar a epilepsia e outras doenças, como dores crônicas, esclerose múltipla e enjoo provocado por quimioterapia, o que vem aumentando o interesse por esse campo.

No mês passado a GW Pharmaceuticals, que passou 20 anos desenvolvendo remédios de maconha, recebeu a aprovação da Agência de Alimentos e Drogas dos Estados Unidos para produzir o primeiro medicamento derivado da planta.

Produtores de maconha resistem após erupção de vulcão no Havaí:

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