A vacina de Oxford é a principal aposta do governo brasileiro contra a covid-19
Siphiwe Sibeko/Reuters

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) realizou uma reunião virtual com o laboratório AstraZeneca, que desenvolve a vacina de Oxford junto à Universidade de Oxford, nesta quarta-feira (30). 

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No encontro, foi tratada a previsão de pedido de uso emergencial do imunizante contra a covid-19 no Brasil. O uso da vacina de Oxford foi aprovado nesta quarta-feira (30) no Reino Unido.

Segundo a agência, o pedido de uso emergencial será feito pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), no Rio de Janeiro, que vai produzir a vacina no Brasil. 

“Segundo a empresa, não foi identificada dificuldade regulatória para atendimento aos requisitos da Anvisa, para submissão de solicitação de autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental, de vacinas covid-19”, afirmou a Anvisa por meio de nota.

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O prazo para análise de uso emergencial é de até 10 dias, a partir da entrada do pedido formal na agência, o que não ocorreu ainda. “Este período pode ser menor, a depender da quantidade de pacotes de informação já entregues pelo laboratório para a Anvisa dentro do processo de submissão continua”, ressaltou a agência. 

A vacina de Oxford é a principal aposta do governo federal no plano nacional de imunização contra a covid-19. O Ministério da Saúde deve receber 15 milhões de doses da vacina de Oxford em janeiro e 15,2 milhões em fevereiro, conforme já divulgado. A previsão é que a Fiocruz produza 210,4 milhões de doses ao longo de 2021.

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