Para receber a dose fracionada, é preciso levar documento de identificação
Flavia Villela/Agência Brasil

A campanha de vacinação fracionada contra a febre amarela, que terminaria nesta quarta-feira (30) na cidade de São Paulo, foi ampliada para o dia 30 de junho.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, foram vacinadas 6,5 milhões de pessoas desde setembro do ano passado, quando a campanha teve início, o que representa 56,1% da população. A meta é atingir 95% dos moradores.

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O secretário municipal da Saúde, Wilson Pollara, afirmou, por meio de nota, que a queda na procura pela vacina, principal ferramenta para se proteger contra a doença, influenciou na decisão de estender a campanha.

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“Quando a campanha começou, no ano passado, nosso foco eram as regiões de mata com condições para a permanência dos mosquitos que transmitem a febre amarela. Tivemos uma boa cobertura nas regiões Norte e Sul, mas agora precisamos intensificar também nas outras áreas da cidade, já que há grande circulação de pessoas tanto dentro da capital como para outras cidades com a circulação do vírus”.

A campanha de vacinação contra a febre amarela começou em setembro do ano passado, com doses plenas, na zona Norte da capital. Foi ampliada gradativamente, oferecendo, então, doses fracionadas, em bairros considerados áreas de maior vulnerabilidade.

A partir de março, a vacinação foi estendida a todos os 96 bairros da cidade.

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A secretaria informa que a vacina está disponível em todas as unidades de saúde e, para receber a dose, é preciso levar documento de identificação e, se possível, carteira de vacinação e cartão SUS.

A vacina contra a febre amarela não é indicada para crianças menores de 9 meses de idade, gestantes, mulheres amamentando crianças com até 6 meses e pacientes com imunodepressão de qualquer natureza, como câncer, HIV, tratamento com drogas imunossupressoras (corticosteroides, quimioterapia, radioterapia, imunomoduladores) e pessoas submetidas a transplante de órgãos.

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