Vacinação na Fradique Coutinho será nesta terça-feira
Dai Oliver/R7

Três estações do Metrô de São Paulo receberão postos volantes para vacinação contra a febre amarela e contra a gripe nesta semana.

As estações Fradique Coutinho e Faria Lima, da Linha 4-Amarela, oferecerão vacinas contra febre amarela e contra a gripe na terça (22) e na sexta (25), respectivamente.

O horário de atendimento será das 10h às 16h. A iniciativa nessas estações é da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo.

Já a estação Clínicas, da Linha 2-Verde, contará com vacinação contra a gripe, apenas, na quarta (23) e na quinta (24), das 9h às 17h. A ação nas Clínicas é realizada pelo Hospital Emílio Ribas.

Ambas as vacinas são gratuitas. A vacina da febre amarela oferecida é a fracionada e estará disponível para o público em geral. Já a vacina contra a gripe é a trivalente, que protege contra três subtipos do vírus da gripe – H1N1,H3N2 e Influenza B –, e será dirigida exclusivamente aos chamados grupos prioritários.

São classificados como grupos prioritários profissionais de saúde, pessoas com 60 anos de idade ou mais, população indígena, crianças entre 6 meses e menores de 5 anos de idade, gestantes e puérperas (mulheres que estão no período de até 45 dias após o parto), professores, pessoas com doenças crônicas e comorbidades.

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Segundo a secretaria, o objetivo da inciativa é ampliar a cobertura vacinal da febre amarela. Em oito meses de campanha de vacinação fracionada, 6,5 milhões de pessoas foram imunizadas, o que representa 56,1% do público-alvo.

A meta da secretaria é chegar aos 95% de cobertura até 30 de maio, quando a ação será encerrada.

“Estamos preocupados com a baixa procura pela vacina e, por isso, estamos traçando estratégias para alertar as pessoas que o risco da febre amarela não acabou. Além dessas ações pontuais, é importante reforçar que a vacina continua disponível em todos os postos de saúde do município”, afirmou o secretário municipal da saúde, Wilson Pollara, por meio de comunicado.

A secretaria informou que, desde o início do ano, a capital paulista apresentou 13 casos autóctones (adquiridos no município) da doença, dos quais sete evoluíram para morte, resultando em um índice de letalidade de 53,8%.

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Ainda de acordo com a secretaria, foram confirmados outros 105 registros importados este ano, sendo que 20 evoluíram para morte.

Já em relação à vacina da gripe, até a última quarta-feira (16), foram vacinadas 1,3 milhão de pessoas, o equivalente a 43,7% do público-alvo, de acordo com a secretaria.

Para receber a dose da vacina da gripe, é preciso levar documento de identificação e, se possível, a carteira de vacinação e cartão SUS. Os profissionais de saúde e educação precisam apresentar holerite ou crachá de identificação. Portadores de doenças crônicas e outras comorbidades devem levar a receita da medicação que faz uso com data dos últimos seis meses.

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