Quando o músico sul-africano Musa Manzini foi diagnosticado com um tumor benigno no cérebro, os cirurgiões decidiram que só haveria uma forma de fazer a operação: com Musa acordado e tocando violão.

Um buraco foi perfurado no crânio de Manzini enquanto ele estava anestesiado. Mas os médicos do hospital Albert Luthuli, em Durban, o acordaram quando alcançaram o tumor.

“Você fica meio dormindo, meio acordado, uma sensação bem estranha. Na cirurgia anterior, me colocaram para dormir e só acordei depois. Nesse caso, você está no meio, como se estivesse flutuando entre os dois mundos”, diz o músico.

Manzini foi mantido acordado durante a operação de seis horas, em parte para preservar e restaurar os movimentos dos dedos.

A prática é incomum na África do Sul, mas os médicos acharam que essa seria a melhor opção no caso de Manzini.

Em entrevista ao site IOL, da África do Sul, o neurocirurgião Basil Enicker explicou que, com a técnica, é possível testar áreas do cérebro antes da remoção do tumor e minimizar riscos de paralisia ou de perda de funções cerebrais.

90% do tumor foi removido do cérebro do músico, embora possa voltar a crescer.

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