Siamesas separadas: as gêmeas siamesas Maria Ysabelle e Maria Ysadora, 2, nasceram
grudadas pelo topo da cabeça e foram separadas em 27 de outubro no Hospital
das Clínicas de Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Para a separação completa dos crânios, foram precisas cinco cirurgias. Elas tiveram alta em
7 de dezembro e já voltaram para casa em Aquiraz, no Ceará. A cirurgia de separação das gêmeas siamesas é
considerada um marco na medicina brasileira, sendo também pioneira na América LatinaEpidemia de febre amarela: o país passou por uma epidemia de febre amarela em 2018. A doença, considerada endêmica da região amazônica, se descolocou para a região Sudeste, onde a população não estava imunizada. A epidemia levou ao fracionamento da vacina e a longas filas em postos de saúde. Segundo o Ministério da Saúde, a epidemia foi controlada. Em 2018, a febre amarela infectou e matou apenas pessoas no Sudeste. As 483 mortes e os 1.376 casos da doença no país foram registrados somente em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo Primeiro transplante por febre amarela: a engenheira Gabriela Santos da Silva, 27, foi a primeira paciente com febre amarela do mundo a receber um transplante de fígado. A cirurgia foi realizada em 29 de dezembro no Hospital das Clínicas de São Paulo. Ela foi infectada enquanto trabalhava em Mairiporã, epicentro da doença no Estado de São Paulo, com 30% dos casos. Após cerca de 20 dias, ela teve alta hospitalar e voltou para casa com algumas sequelas neurológicas, como dificuldade na leitura e escrita, e está em reabilitaçãoA ameaça do Aedes aegypti: dengue, zika e chikungunya, doenças
transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti continuam sendo uma ameaça ao país. Não existem ainda vacinas contra elas. Este ano, houve 2 mil casos a mais de dengue que no ano passado, chegando a 241 mil, segundo o Ministério da Saúde. Tantos os casos de chikungunya quanto de zika caíram pela metade, mas mesmo assim, ainda são expressivos, sendo 84 mil e 8 mil, respectivamente. As doenças, que anos anteriores afetaram principalmente o Nordeste, crescem no Sudeste Vacinas promissoras: a primeira vacina contra a zika e uma vacina mais abrangente
contra a dengue estão sendo desenvolvidas no Brasil, sendo a primeira no Hospital das
Clínicas de São Paulo em parceria com o Instituto Nacional de Saúde dos Estados
Unidos e a segunda pelo Instituto Butantan. A vacina da dengue está um
passo à frente da vacina da zika em termos de testes. Ela irá proteger contra os quatro subtipos
do vírus com uma única dose. É feita com vírus vivo atenuado. Diferentemente da vacina que já existe contra
a dengue, este novo imunizante também poderá ser utilizado por quem não teve a
doença. Já a vacina contra a zika é feita de fragmento de material
genético do vírusA volta do sarampo: erradicado desde 2016, o sarampo voltou a ter registro no
país em 2018. O Brasil fechou o ano com quase 10 mil casos confirmados da
doença e 13 mortes, segundo o Ministério da Saúde. Os surtos se restringiram aos Estados de Roraima e
Amazonas. Só no Amazonas foram 9.477 casos confirmados. A doença teria sido
trazida pela fronteira da Venezuela, segundo a pasta. Casos
isolados ocorreram em São Paulo (3), Rio de Janeiro (19), Rio Grande do Sul
(45), Rondônia (2), Pernambuco (4), Pará (26), Distrito Federal (1) e Sergipe
(4)Facada sem sangue: o fato de não haver sangue na perfuração causada pela faca
que foi introduzida no abdome do presidente eleito Jair Bolsonaro em 6 de
setembro chamou a atenção. Segundo especialistas, trata-se de um fenômeno natural,
já que o sangramento ocorre dentro, e não fora, da barriga. A expressão “perdeu sangue” indica que o sangue saiu do vaso sanguíneo e se acumulou na
cavidade abdominal. No caso de Bolsonaro, ele “perdeu” 2,5 litros sangue, o que
corresponde a 40% do sangue do corpo. Devido à perfuração, ele passou por duas cirurgias e utiliza bolsa de colostomia temporáriaNobel para a imunoterapia: A imunoterapia, tratamento revolucionário contra o câncer
que induz o próprio corpo a combater as células tumorais, rendeu aos
pesquisadores James P. Allison, dos Estados Unidos, e Tasuku Honjo, do Japão, o
Nobel de Medicina. Eles conseguiram desvendar os mecanismos que as células cancerígenas utilizam para escapar do ataque dos glóbulos brancos, responsáveis
pela defesa do organismo. O método ainda é restrito a alguns tipos de
câncer. No Brasil, está disponível em hospitais particulares desde 2016. Na rede
pública, apenas o Hospital de Amor (Barretos) ofereceParaplégico volta a andar: o fato ocorreu nos Estados Unidos, mas a repercussão foi mundial. Um homem paraplégico voltou a andar após estimulação
elétrica na medula espinhal por meio de eletrodos. Ele deu
331 passos e andou por 16 minutos sem assistência. Trata-se do primeiro caso de
caminhada independente de uma pessoa com paralisia dos membros inferiores após
lesão na medula, de acordo com artigo científico publicado na revista Nature
Medicine. O feito ocorreu na Mayo Clinic, em Rochester, Minnesota (EUA), e a
pesquisa é de pesquisadores suíços da Escola Politécnica Federal de Lausanne

 Baixa procura por vacinas: após enfrentar problemas de baixa adesão e ter que prorrogar
a campanha de vacinação, o Brasil atingiu a meta de imunizar 95% das crianças
até cinco anos contra o sarampo e a poliomielite. Mas a cobertura entre
crianças de 1 ano continua baixa – de apenas 88%. As principais vacinas do
calendário infantil estão abaixo de 95%, percentual recomendado pela OMS (Organização
Mundial da Saúde). Entre as vacinas com menor cobertura estão a primeira dose
da tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela), com 53%, e contra
hepatite A, com 571% 

 A caminho da cura do HIV: Um grupo de pesquisadores brasileiros ligados à Universidade
Federal de São Paulo (Unifesp) está perto da cura esterilizante do HIV, ou
seja, de eliminar completamente o vírus que causa a Aids. O supertratamento
inclui cinco antirretrovirais, sal de ouro e nicotinamida, que reduzem as
células infectadas, e vacina, que induz corpo a reagir. É a primeira pesquisa
na área que está sendo testada em humanos Tuberculose interrompe carreira de Simaria: uma tuberculose ganglionar interrompeu temporariamente a
carreira da cantora Simaria, que faz parte da dupla Simone & Simaria. Esse
tipo de tuberculose não afeta os pulmões, mas sim os gânglios, órgão de defesa
do organismo. O tratamento pode durar mais de um ano, mas tem cura. Segundo a
OMS (Organização Mundial da Saúde), a tuberculose é a doença infecciosa que
mais mata no mundo. No Brasil, cerca de 70 mil são afetadas pela doença

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