Distrito de Anhanguera registra novos casos da doença
ILTON FUKUDA/ESTADÃO CONTEÚDO

A Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo divulgou nesta sexta-feira (2) que três novos casos de febre amarela autóctones, ou seja, adquiridos no próprio município, foram confirmados na capital paulista. Um caso evolui para morte. A cidade totaliza oito casos autóctones da doença, com quatro mortes confirmadas.

Os novos registros são de homens moradores ou frequentadores da zona norte de São Paulo, onde a campanha de vacinação teve início em setembro de 2017, no distrito Anhanguera. 

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Um dos casos é de um homem de 37 anos, morador da região do Cachoeirinha. Outro, um residente do Mandaqui, de 23 anos. Ambos já receberam alta médica, segundo a secretaria. Também foi confirmada a morte de um homem de 55 anos, morador do Tucuruvi, em decorrência da febre amarela.

Mais afetada pela doença, a zona norte voltou a oferecer a vacina nos 90 postos da região no dia 26 de fevereiro.

Entre os cinco casos confirmados anteriormente, há uma mulher de 33 anos e um homem de 29 anos. A secretaria informou que, em outros três registros, a doença evoluiu para morte:   uma mulher, de 55 anos, e dois homens, de 24 e 34 anos, respectivamente.

Embora os casos sejam autóctones, adquiridos dentro da cidade de São Paulo, todos foram contraídos em região de mata – são casos de febre amarela silvestre. Desde outubro de 2017, foram confirmadas 125 mortes de macacos na cidade de São Paulo.

Vacinação na zona norte

O primeiro registro de morte de macaco por febre amarela na cidade de São Paulo ocorreu na zona norte, o que motivou o início da campanha de vacinação contra febre amarela na capital naquela região, em setembro do ano passado.

Até 24 de janeiro, 1.910.695 de pessoas receberam a dose da vacina na zona norte, segundo a secretaria. A vacinação havia sido reduzida na região em 1º de fevereiro. De acordo com a secretaria, isso ocorreu porque esforços haviam sido concentrados em outras regiões da cidade durante a segunda fase da campanha, que começou em 25 de janeiro.

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Nos postos da zona norte, assim como nas demais regiões da capital que estão dentro da campanha de vacinação fracionada, são atendidas somente pessoas que portarem senhas.

De acordo com a secretaria, as senhas são entregues em casa pelas equipes de Estratégia de Saúde da Família (ESF) ou então retirada na recepção das unidades para os pacientes que não são atendidos dentro do programa ESF ou que não tenham recebido a senha em sua residência.

Veja alternativas para quem não pode tomar vacina da febre amarela:

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