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Nísia reforçou importância da vacinação
Antonio Cruz/Agência Brasil – 7.3.2024

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, declarou nesta quarta-feira (20) que vai redistribuir as doses da vacina da dengue não aplicadas para novos municípios. A medida foi informada em coletiva de imprensa com a titular da pasta, que anunciou também a liberação de R$ 300 milhões para o apoio a municípios na compra de medicamentos, soros e outros itens essenciais para o cuidado dos pacientes com dengue. 

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"Nós vamos fazer a redistribuição das doses que não foram aplicadas e que estão nos municípios, usando o ranqueamento dos municípios que estão em situação de emergência. Isso está em processo. Tem que ser feito de uma forma muito cuidadosa. E isso é muito positivo. Queria também aproveitar e lembrar o que eu tenho dito em toda a coletiva: a vacina é um instrumento importantíssimo a médio e longo prazo, ela não é solução para esse equilíbrio, ainda mais uma vacina que é fabricada em duas doses com intervalos de três meses", disse.

A ministra acrescentou que a compra de soros, medicamentos e outros itens serão reforçados pelo ministério. "Estamos destinando, essa portaria saiu publicada hoje, R$ 300 milhões para estados e municóípios para especificamente fazer a aquisição desses medicamentos", afirmou. 

Sobre as vacinas, a ministra destacou que há uma demanda pela atencipação de mais doses, mas também uma baixa procura. "Os responsáveis não estão levando as crianças para vacinar. Por isso é importante o esclarecimento, a campanha e o incentivo para quem está na faixa etária de 10 a 14 anos não deixar de ser imunizado", disse. 

Saúde em alerta

A ministra da Saúde também destacou a importância das medidas preventivas tanto contra a dengue, como das doenças respiratórias, que começaram a ter aumento de casos de forma antecipada este ano. "Parece que todos os problemas da saúde foram antecipados este ano, e isso não foi por acaso, tem a ver com fatores climáticos e ligados aos próprios vírus. Por isso, antecipamos a vacinação da gripe, porque em alguns municípios se houver uma concomitância podemos ter uma pressão grande por atendimento", avaliou Nísia. 

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