Pacientes foram contaminados após congresso no RJ
Divulgação / UFMG / Niaid (EUA)

O laboratório CT Vacinas, da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), divulgou, nesta quarta-feira (11), a identificação de uma linhagem da variante ômicron ainda inédita no Brasil.

O médico Flávio Fonseca, coordenador do laboratório, explica que ainda são necessários mais estudos para confirmar o poder de ação da subvariante BA.2.12.1. Segundo o especialista, os dados iniciais não indicam que ela seja mais letal ou perigosa, mas inspira cuidados.

“Não tínhamos casos desta linhagem no Brasil, mas ela está se tornando predominante nos Estados Unidos. Se isto está acontecendo por lá, é porque ela tem alguma vantagem sobre as variantes que circulam nos Estados Unidos”, explica.

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Pacientes

A linhagem foi identificada em três pacientes de Belo Horizonte diagnosticados com Covid-19. O grupo apresentou os sintomas após voltar de um congresso científico internacional no Rio de Janeiro.

“Como tinham pessoas de todo o mundo no evento, é possível que a subvariante tenha sido transmitida por alguém vindo de outro país”, avalia Fonseca.

Para o especialista, a identificação reforça a necessidade de vacinação. “No contexto do Brasil, onde a maior parte da população está vacinada, a tendência é que linhagem responda à vacinação como a ômicron tradicional, provocando sintomas brandos a moderados, sem necessidade de internação hospitalar”.

A UFMG informou que notificou a SES-MG (Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais) sobre os casos. Procurada, a pasta ainda não se manifestou sobre o assunto.

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