Câncer de mama é o tipo que mais mata mulheres
Pixabay/Reprodução

Neste Outubro Rosa, mês de conscientização da prevenção do câncer de mama, a diretora-geral do Inca (Instituto Nacional de Câncer), Ana Cristina Pinho, faz um alerta dos fatores de risco que contribuem para o desenvolvimento desse tipo de tumor.

Ana Cristina afirmou, em entrevista à ‘#Live JR’, nesta sexta-feira (16) , que “cerca de 30% dos casos de câncer de mama são considerados preveníveis, justamente pelo controle dos fatores de risco”.

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Ela pontua a obesidade, o tabagismo, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas e o sedentarismo, que já possuem amplas evidências científicas de que contribuem para a mulher ter mais chance de desenvolver câncer de mama.

“A mulher precisa estar atenta a essa adoção de hábitos de vida mais saudáveis”, afirmou.

O Inca estima que o Brasil terminará 2020 com 66,2 mil novos casos de câncer de mama na população feminina. Em 2018, 17.572 mulheres perderam a vida vítimas da doença.

O câncer de mama ainda é o tipo que mais mata mulheres em todo o mundo, inclusive no Brasil. Mas a mortalidade é baixa quando o diagnóstico é feito precocemente.

“É uma doença absolutamente curável na maior parte dos casos. Os dados mostram que o Brasil vem avançando muito. A mortalidade vem se reduzindo, isso graças a todo o espectro de ações, que envolvem ações da prevenção e do controle do câncer”, observa a médica.

Ela chama atenção para a necessidade de mulheres entre 50 e 69 anos realizarem o exame de mamografia a cada dois anos.

“A maior incidência do câncer de mama está relacionada também ao processo de envelhecimento do corpo feminino, às alterações hormonais pós-menopausa.”

Veja a íntegra da entrevista:

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